

Não é pelo que foram, nem pelo que são hoje. Um campeão olímpico é para a eternidade, não existe um ex-campeão olímpico. Comentava isso dentro da van enquanto nos dirigíamos ao ginásio Rio Vermelho para um jogo exibição de vôlei com os Embaixadores do Esporte, Carlão, Paulão, Marcelo Negrão e Maurício.
Patrocinados pelo Banco do Brasil os atletas vieram à Goiânia em seu aniversário de 70 anos. Um presente do banco à prefeitura. Visitamos entidades beneficentes (OSCEIA), e também a Universidade Católica que nos acolheu com técnico cubano e tudo mais.
Marcelo negrão, com uma dor de barriga olímpica, se esgueirava bravamente para cumprir o roteiro, mesmo doente não se furtava às entrevistas e com simpatia vencia as intermináveis horas do dia 24 de Outubro, ao final ainda jogou na partida exibição arrancando espasmos da torcida com aces e cortadas cada dia mais impressionantes.
Maurício era o coordenador...sorridente e assediado fazia as vezes do comentarista após um evento e outro.
O intelectual Paulão observava da altura de seus 2 metros e tanto, o desenrolar de mais um capítulo no filme de suas vidas de lutas e glórias. E Carlão, uma mente politizada e jovem, possui um carisma com as crianças que é de se admirar.Solidariedade na OSCEIA, políticas esportivas na Católica e para mim, a experiência de tocar a eternidade pelo passado de quatro dos maiores atletas do Brasil.
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