sexta-feira, 16 de maio de 2008

A pílula da inteligência

Ás vezes é muito bom acreditar na evolução e pensar que o homem não está concluído. Sobretudo quando se trata de melhorar o cérebro. De toda a energia consumida pelo corpo mais de 30% é gasta pelo cérebro e foi sobre ele que a década de 90 se debruçou.

A década do cérebro trouxe importantes contribuições acerca deste precioso órgão. E destes estudos a área de farmacologia apontou alguns bastante promissores. Principalmente no campo das smarts drugs, as drogas da inteligência.

Neste quesito o Cloridrato de Metilfenidato logo ganhou notoriedade, receitado para crianças TDA ou DDA (Transtorno ou Disturbio do Deficit de Atencao) ele aumentava os níveis de atenção dos hiperativos e por conseguinte melhorava a cognição. Como resultado o aprendizado dava um salto. Incríveis níveis de atenção foram observados e dezenas de cientistas passaram a utilizá-los nas longas horas de estudo.

No Brasil é comercializado sob o nome de Ritalina e possui venda controlada, pode causar efeitos colaterais e é remédio de tarja preta. Mesmo assim muitos acadêmicos das grandes universidades admitiram recentemente numa pesquisa publicada nos EUA que o uso é bem difundido.

De qualquer forma essa tendência de aperfeiçoar o ser humano na marra é mundial e esta apenas começando.

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